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Ginkgo

O ginkgo é um ingrediente à base de plantas obtido das folhas da árvore ginkgo e tem uma longa história de uso tradicional. Hoje em dia, é comumente incluído em rotinas de bem-estar e suplementos alimentares, particularmente em produtos que se concentram em ingredientes derivados de plantas com significado histórico e cultural.

Ginkgo

O Que é o Ginkgo?

O Ginkgo refere-se ao Ginkgo biloba, uma espécie de árvore de folha caduca que pertence à sua própria família botânica, Ginkgoaceae. É um ingrediente botânico, o que significa que é derivado de uma planta em vez de ser uma vitamina, mineral ou composto sintético.

A árvore de ginkgo é frequentemente descrita como um "fóssil vivo" porque existiu praticamente inalterada durante milhões de anos. Nativa da China, é uma das espécies de árvores mais antigas conhecidas que ainda são cultivadas hoje. A parte da planta mais comummente utilizada em suplementos alimentares é a folha, que é colhida, seca e processada para uso em várias formulações.

Historicamente, as árvores de ginkgo tiveram importância cultural na Ásia Oriental. Eram comummente plantadas perto de templos e mosteiros e valorizadas pela sua longevidade e resistência. Embora diferentes partes da árvore de ginkgo tenham sido utilizadas em contextos tradicionais, o uso moderno em suplementos foca-se especificamente nas folhas, em vez das sementes ou frutos.

Nas práticas tradicionais da Ásia Oriental, o ginkgo era utilizado principalmente como um ingrediente à base de plantas dentro de sistemas dietéticos ou herbais mais amplos. Registos históricos da China referenciam o uso de folhas e sementes de ginkgo como parte de preparações tradicionais, frequentemente combinadas com outros ingredientes vegetais.

Estes usos tradicionais estavam tipicamente integrados em práticas culturais de longo prazo, em vez de focados num uso isolado ou a curto prazo. O ginkgo não era tradicionalmente preparado nos formatos padronizados vistos hoje, mas sim como parte de chás, decoções ou preparações à base de alimentos.

Nos contextos de bem-estar modernos, o ginkgo é mais comummente utilizado em formas de suplemento padronizadas. Os avanços no processamento e controlo de qualidade tornaram possível isolar e padronizar compostos das folhas de ginkgo, permitindo uma inclusão consistente em suplementos alimentares.

Hoje, o ginkgo é posicionado como um ingrediente botânico adequado para práticas de bem-estar baseadas em rotinas. O seu uso reflete uma tendência mais ampla de adaptar ingredientes vegetais tradicionais para estilos de vida contemporâneos, onde a conveniência, a consistência e a rotulagem clara dos ingredientes são priorizadas. O uso moderno é enquadrado nas categorias alimentares e de bem-estar, em vez de sistemas tradicionais ou médicos.

Ficha do ingrediente: o que é exatamente o ginkgo

O ginkgo dos suplementos é, quase sempre, um extrato padronizado das folhas de Ginkgo biloba, a única espécie viva da família Ginkgoaceae. Outros nomes que pode encontrar no rótulo: «ginkgo biloba», «extrato de folha de ginkgo», «EGb 761» (uma designação de extrato específico usada em investigação) ou, em textos mais antigos, «árvore dos templos». A parte usada é a folha; as sementes e os frutos não fazem parte dos extratos modernos.

Os compostos de interesse são dois grupos: os terpenolactonas (ginkgolídeos A, B, C e bilobalídeo) e os flavonoides (quercetina, kaempferol e derivados). É a estes grupos que a investigação farmacocinética se refere quando mede a absorção do extrato: num ensaio com 12 voluntários saudáveis, o ginkgolídeo B foi detetado no plasma com um tempo até à concentração máxima de cerca de 2,3 horas, tanto com 40 mg duas vezes por dia como com 80 mg uma vez por dia 1.

Do ponto de vista regulamentar, o ginkgo é um ingrediente botânico, não uma vitamina ou mineral. Isto tem uma consequência prática importante: ao contrário da vitamina C ou da vitamina B12, não existem alegações de saúde autorizadas na UE para o ginkgo — as alegações para botânicos ficaram «em espera» e não foram aprovadas 2. Por isso, neste guia não encontrará frases como «contribui para…» aplicadas ao ginkgo: apenas o que os estudos examinaram e o que encontraram.

Se procura o enquadramento geral do ingrediente na gama, veja a coleção Gomas de Ginkgo; para perceber como o ginkgo se compara a outros botânicos usados em foco, o artigo Como funciona o ginkgo: o que a ciência sabe aprofunda o mecanismo.

Para que é Comummente Utilizado o Ginkgo?

O Ginkgo é incluído em suplementos alimentares para uma gama de contextos tradicionais e relacionados com o estilo de vida. Estes contextos descrevem como o ingrediente é comummente posicionado ou incorporado em rotinas, em vez de resultados específicos.

Os contextos de uso comuns incluem:

Estes contextos refletem tanto o fundo histórico do ginkgo como o interesse moderno dos consumidores em ingredientes botânicos. As razões individuais para incluir ginkgo numa rotina podem variar com base no interesse cultural, preferências pessoais e hábitos gerais de estilo de vida.

Nos suplementos alimentares contemporâneos, o ginkgo é processado em formas que suportam a estabilidade, padronização e facilidade de uso. O ingrediente é derivado quase exclusivamente das folhas da árvore de ginkgo, que são colhidas e processadas sob condições controladas.

Os formatos comuns de suplementos incluem:

O Ginkgo é frequentemente incluído como parte de formulações multi-ingredientes, frequentemente combinado com outros extratos botânicos, vitaminas ou minerais. A forma específica utilizada depende do design do produto e de como o suplemento se destina a integrar nas rotinas diárias.

Muitos rótulos de suplementos especificam detalhes como a proporção de extração ou o nível de padronização. Estes detalhes relacionam-se com o fabrico e a consistência, em vez de métodos de preparação tradicionais.

  • Inclusão em práticas de bem-estar diárias ou baseadas em rotinas
  • Uso em suplementos inspirados em botânicos tradicionais da Ásia Oriental
  • Incorporação em formulações focadas em plantas ou misturas botânicas
  • Seleção por indivíduos interessados em ingredientes tradicionais de longa data
  • Uso em produtos multi-ingredientes que combinam ervas, vitaminas ou minerais
  • Extratos de folha de ginkgo, onde os compostos das folhas são concentrados através de processos de extração
  • Formas de folha em pó, produzidas secando e moendo as folhas
  • Cápsulas ou comprimidos, contendo quantidades medidas de extrato de ginkgo
  • Gomas, onde o extrato de ginkgo é incorporado numa base mastigável

O que os estudos em humanos examinaram

A investigação em humanos com extrato de ginkgo concentrou-se em quatro áreas principais: acufenos (tinnitus), sintomas cognitivos de demência, ansiedade e função cognitiva em adultos saudáveis. Também existem estudos de interação medicamentosa e de fluxo sanguíneo ocular.

O que a evidência permite dizer

  • Acufenos: uma meta-análise de 6 ensaios aleatorizados, duplamente cegos e controlados por placebo (incluindo o ensaio dos próprios autores com 66 adultos com tinnitus) concluiu que o ginkgo não trouxe benefício mensurável: 21,6% dos tratados com ginkgo relataram benefício versus 18,4% com placebo, uma diferença sem significado estatístico 3. Revisões sistemáticas sobre o tratamento de tinnitus crónico incluíram o ginkgo entre as intervenções avaliadas, sem o destacar como eficaz 4.
  • Sintomas cognitivos de demência: revisões sistemáticas de evidência clínica avaliaram o ginkgo entre as intervenções para sintomas cognitivos e comportamentais de demência (Alzheimer, corpos de Lewy, vascular), sem que ele surja como tratamento estabelecido 5.
  • Ansiedade: uma meta-análise em rede de 29 ensaios em adultos com ansiedade diagnosticada ou subclínica comparou 12 plantas; o ginkgo foi uma das comparadas, mas os resultados com significado destacaram outras plantas, não o ginkgo 6.
  • Adultos saudáveis: num ensaio aleatorizado, duplamente cego e controlado por placebo, 66 voluntários saudáveis de 50 a 65 anos sem défice cognitivo tomaram 240 mg de extrato três vezes por dia durante 4 semanas; houve diferenças a favor do ginkgo na autoavaliação de saúde mental e qualidade de vida, mas os resultados nos testes objetivos de função cognitiva não são claros na fonte disponível 7.
  • Interações: num ensaio cruzado com 18 voluntários saudáveis, 120 mg de extrato duas vezes por dia durante 8 dias não alterou de forma relevante a atividade das principais enzimas CYP (1A2, 2C9, 2C19, 2D6 e 3A) 8.

O que a evidência não permite dizer

Os dados disponíveis não permitem afirmar que o ginkgo melhore a memória ou a concentração em pessoas saudáveis, que trate acufenos, que previna ou trate demência, nem que reduza a ansiedade. Também não permitem concluir que «melhora a circulação» de forma clinicamente relevante: num ensaio cruzado com 15 voluntários saudáveis, uma dose única de 240 mg não alterou o fluxo sanguíneo ocular de forma significativa face ao placebo 9. Os resultados referem-se às formulações, doses e populações estudadas — não são promessas sobre nenhum produto.

Por Que Algumas Pessoas Preferem Gomas

As gomas tornaram-se um formato de suplemento popular para ingredientes botânicos como o ginkgo, em grande parte devido à conveniência e compatibilidade com a rotina.

Ao comparar formatos de suplementos:

Para muitos indivíduos, o formato de um suplemento influencia a consistência com que é utilizado. As gomas são frequentemente consideradas simples e convenientes, especialmente para pessoas que preferem uma rotina diária direta sem passos adicionais de preparação.

As preferências entre gomas, cápsulas e pós variam dependendo das preferências de sabor, estrutura do estilo de vida e de como os suplementos se encaixam nas rotinas quotidianas.

  • As gomas são frequentemente escolhidas pelo seu formato mastigável e sabor agradável, que algumas pessoas consideram mais fáceis de integrar nos hábitos diários
  • As cápsulas são compactas e de sabor neutro, mas podem ser menos atrativas para indivíduos que não gostam de engolir comprimidos
  • Os pós oferecem flexibilidade no uso, mas tipicamente requerem mistura ou preparação

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Segurança, efeitos secundários e interações

Nos ensaios de curta duração com voluntários saudáveis, o extrato de ginkgo foi geralmente bem tolerado: no estudo de interação com raltegravir, 18 voluntários completaram o ensaio sem eventos adversos graves 10, e o estudo de fenotipagem CYP com 18 participantes não encontrou interações relevantes nas enzimas CYP estudadas 8. Isto não significa que o ginkgo seja isento de riscos — significa que, nas doses e durações estudadas, os eventos graves foram raros.

O ponto de maior atenção é a coagulação. Uma revisão sistemática sobre interações com varfarina analisou 149 artigos e 78 produtos (ervas, alimentos ou suplementos) e identificou o Ginkgo biloba entre os que foram associados a um risco acrescido de hemorragia em doentes anticoagulados, incluindo eventos minor (púrpura, gengivorragia) e major 11. Se toma anticoagulantes ou antiagregantes, ou se tem uma cirurgia marcada, fale com o seu médico antes de usar ginkgo.

Outras situações em que a prudência é necessária:

  • Gravidez e amamentação: não há dados suficientes para considerar o ginkgo adequado nestas fases; a recomendação é não usar sem indicação de um profissional de saúde.
  • Crianças: não existem estudos que suportem o uso de ginkgo em crianças, e as doses usadas em adultos não são transponíveis.
  • Medicação em geral: como qualquer botânico, o ginkgo pode interagir com fármacos; em caso de doença ou toma de medicamentos, consulte um profissional de saúde antes de consumir.
  • Cirurgia: pela incerteza sobre o efeito na coagulação, é habitual recomendar a suspensão do ginkgo antes de intervenções cirúrgicas — decisão a tomar com o médico.

Para uma análise mais detalhada dos sinais de segurança, veja Ginkgo faz mal? O que precisa de saber antes de tomar.

Bom saber

Gomas de Foco e Concentração: Não recomendado a grávidas ou lactantes. Em caso de doença ou toma de medicamentos, consultar um profissional de saúde antes de consumir.

Como ler o ginkgo num rótulo (com dados reais)

Num rótulo de suplemento, o que interessa no ginkgo é simples: que parte da planta (deve ser folha), que tipo de extrato (padronizado ou não) e quanto por dose diária. A quantidade pode aparecer como «extrato de ginkgo» ou como «extrato de Ginkgo biloba (folha)», e por vezes com a proporção de extração (por exemplo, 50:1). A proporção descreve o processo de fabrico, não a dose: o número que conta é o miligrama por porção.

Nas Gomas de Foco e Concentração da TuttiBear, cada dose diária de 2 gomas fornece 120 mg de extrato de ginkgo, num frasco de 60 gomas (30 doses). O produto combina o ginkgo com extrato de cogumelo juba-de-leão (200 mg), extrato de bacopa (150 mg), L-teanina (100 mg), citicolina (100 mg), vitamina B12 na forma de metilcobalamina (500 µg, 20000% VRN) e vitamina B6 na forma de piridoxina (1,4 mg, 100% VRN). O modo de usar indicado é mastigar 2 gomas por dia, preferencialmente após uma refeição, sem exceder a dose diária recomendada.

Para comparação: nos ensaios de interação, as doses estudadas foram de 120 mg duas vezes por dia (240 mg/dia) 8 e de 240 mg por dia 10; no ensaio em adultos saudáveis, 240 mg três vezes por dia 7. As gomas fornecem 120 mg por porção — menos do que a maioria das doses usadas nesses estudos. Doses de estudos não são instruções de toma: servem apenas para contextualizar o que foi investigado.

Advertências do produto, conforme o rótulo: destinado a adultos; não deve ser consumido por crianças; não recomendado a grávidas ou lactantes; em caso de doença ou toma de medicamentos, consultar um profissional de saúde antes de consumir; contém polióis, cujo consumo excessivo pode ter efeitos laxativos. Para perceber as diferenças entre formatos, veja Ginkgo em goma ou comprimido: qual escolher? e Ginkgo dose diária: quanto tomar por dia e o que esperar.

Informação do suplemento

Valores conforme impressos no rótulo do produto.

Gomas de Foco e Concentração

Dose diária: 2 gomas

Extrato de ginkgo
120 mg · por dose diária

Alegações de saúde na UE: o que pode (e não pode) ser dito

O Regulamento (UE) n.º 432/2012 estabelece a lista de alegações de saúde autorizadas para alimentos. Para vitaminas e minerais, existem alegações aprovadas com condições de uso definidas; para botânicos como o ginkgo, não há alegações autorizadas — os processos ficaram suspensos e não foram aprovados 2.

Na prática, isto significa que não verá neste guia (nem deveria ver em rótulos sérios) frases como «o ginkgo melhora a memória» ou «o ginkgo contribui para a circulação». O que é possível fazer é descrever o que os estudos examinaram e encontraram, com a devida contextualização — que é exatamente o que as secções anteriores fazem. As alegações autorizadas que existem para vitaminas e minerais dizem respeito às vitaminas B12 e B6, não ao ginkgo.

Se o seu interesse é a rotina de foco no seu conjunto, pode explorar a coleção Energia e Foco, que reúne produtos pensados para os dias cheios, e o artigo Ginkgo beneficios: o que a evidência mostra hoje para uma leitura complementar.

Perguntas frequentes sobre Ginkgo

  • O que é exatamente o Ginkgo?

    O Ginkgo refere-se ao Ginkgo biloba, uma espécie de árvore cujas folhas são utilizadas como ingrediente botânico. Em suplementos, ginkgo significa tipicamente um ingrediente derivado das folhas secas em vez das sementes ou frutos.

  • O ginkgo é uma planta ou uma árvore?

    O Ginkgo é uma árvore. Pertence à sua própria família botânica e é frequentemente descrito como uma das espécies de árvores sobreviventes mais antigas ainda cultivadas hoje.

  • Que parte da árvore de ginkgo é utilizada em suplementos?

    A maioria dos suplementos utiliza as folhas da árvore de ginkgo. As folhas são colhidas, secas e processadas em pós ou extratos adequados para uso em suplementos alimentares.

  • O ginkgo é tradicionalmente utilizado como alimento?

    Historicamente, partes da árvore de ginkgo eram utilizadas em contextos culinários e tradicionais da Ásia Oriental, particularmente as sementes. Os suplementos modernos, no entanto, focam-se nas folhas em vez de preparações alimentares tradicionais.

  • O ginkgo é uma vitamina ou um mineral?

    Não. O Ginkgo é um ingrediente botânico derivado de uma planta. Não é classificado como vitamina, mineral ou nutriente sintético.

  • O ginkgo tem um sabor ou cheiro natural?

    Na sua forma de folha crua, o ginkgo tem um caráter suave, ligeiramente amargo e terroso. Em suplementos acabados, especialmente cápsulas ou gomas, estas qualidades sensoriais são habitualmente reduzidas ou mascaradas.

  • O ginkgo serve para melhorar a memória em pessoas saudáveis?

    Os estudos disponíveis não permitem afirmar isso. Num ensaio aleatorizado e controlado por placebo com 66 adultos saudáveis de 50 a 65 anos, houve diferenças a favor do ginkgo na autoavaliação de saúde mental e qualidade de vida, mas não nos testes objetivos de função cognitiva. Não há evidência que suporte um efeito na memória de pessoas saudáveis.

  • O ginkgo ajuda nos acufenos (tinnitus)?

    A evidência aponta no sentido contrário. Uma meta-análise de 6 ensaios aleatorizados e controlados por placebo concluiu que o ginkgo não traz benefício mensurável nos acufenos: a proporção de pessoas que relatou benefício foi semelhante à do placebo.

  • O ginkgo interage com medicamentos?

    O ponto de maior atenção é a coagulação. Uma revisão sistemática identificou o Ginkgo biloba entre os produtos associados a risco acrescido de hemorragia em doentes a tomar varfarina. Se toma anticoagulantes, antiagregantes ou qualquer medicação regular, fale com o seu médico antes de usar ginkgo.

  • Qual é a diferença entre extrato de ginkgo e folha de ginkgo em pó?

    O extrato é obtido concentrando os compostos das folhas através de um processo de extração, o que permite padronizar a quantidade de terpenolactonas e flavonoides por dose. A folha em pó é apenas a folha seca e moída, sem concentração. Nos rótulos, o número que importa é sempre o miligrama de extrato por porção.

  • Posso tomar ginkgo se estiver grávida ou a amamentar?

    Não há dados suficientes para considerar o ginkgo adequado na gravidez ou amamentação, e as Gomas de Foco e Concentração da TuttiBear indicam explicitamente que não são recomendadas a grávidas ou lactantes. Nestas fases, fale com um profissional de saúde antes de tomar qualquer suplemento.

Fontes e referências

Resumo informativo de investigação publicada. Os resultados referem-se às formas e às pessoas estudadas; não são promessas sobre o efeito de nenhum produto.

  1. Drago F, Floriddia ML, Cro M, et al. Pharmacokinetics and bioavailability of a Ginkgo biloba extract. J Ocul Pharmacol Ther. 2002;18(2):197-202. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov · PMID 12002672 · DOI 10.1089/108076802317373941
  2. Regulamento (UE) n.º 432/2012 da Comissão, que estabelece uma lista de alegações de saúde permitidas relativas a alimentos (versão consolidada no EUR-Lex). eur-lex.europa.eu
  3. Rejali D, Sivakumar A, Balaji N. Ginkgo biloba does not benefit patients with tinnitus: a randomized placebo-controlled double-blind trial and meta-analysis of randomized trials. Clin Otolaryngol Allied Sci. 2004;29(3):226-31. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov · PMID 15142066 · DOI 10.1111/j.1365-2273.2004.00814.x
  4. Savage J, Waddell A. Tinnitus. BMJ Clin Evid. 2014;2014. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov · PMID 25328113
  5. Butler R, Radhakrishnan R. Dementia. BMJ Clin Evid. 2012;2012. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov · PMID 23870856
  6. Zhang W, Yan Y, Wu Y, et al. Medicinal herbs for the treatment of anxiety: A systematic review and network meta-analysis. Pharmacol Res. 2022;179:106204. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov · PMID 35378276 · DOI 10.1016/j.phrs.2022.106204
  7. Cieza A, Maier P, Pöppel E. Effects of Ginkgo biloba on mental functioning in healthy volunteers. Arch Med Res. 2003;34(5):373-81. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov · PMID 14602503 · DOI 10.1016/j.arcmed.2003.05.001
  8. Zadoyan G, Rokitta D, Klement S, et al. Effect of Ginkgo biloba special extract EGb 761® on human cytochrome P450 activity: a cocktail interaction study in healthy volunteers. Eur J Clin Pharmacol. 2012;68(5):553-60. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov · PMID 22189672 · DOI 10.1007/s00228-011-1174-5
  9. Wimpissinger B, Berisha F, Garhoefer G, et al. Influence of Ginkgo biloba on ocular blood flow. Acta Ophthalmol Scand. 2007;85(4):445-9. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov · PMID 17324220 · DOI 10.1111/j.1600-0420.2007.00887.x
  10. Blonk M, Colbers A, Poirters A, et al. Effect of ginkgo biloba on the pharmacokinetics of raltegravir in healthy volunteers. Antimicrob Agents Chemother. 2012;56(10):5070-5. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov · PMID 22802250 · DOI 10.1128/AAC.00672-12
  11. Tan CSS, Lee SWH. Warfarin and food, herbal or dietary supplement interactions: A systematic review. Br J Clin Pharmacol. 2021;87(2):352-374. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov · PMID 32478963 · DOI 10.1111/bcp.14404

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